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O PODER DA MÃE.

A mãe tem um poder marcante na vida de cada ser humano. Nos nove meses em que ficou em gestação dentro do ventre materno, recebeu dela muitos estímulos pelo líquido uterino, morno e aconchegante, ouvia as setenta e duas batidas por minuto do seu coração, sentia as vibrações, pressão e movimentos do seu corpo, durante o andar ou o seu falar.
Sentia até quando a mãe acariciava a barriga como se estivesse acariciando o bebê, estímulos físicos que a acalmavam e também ao feto. Ao sair do ambiente aconchegante do útero materno, no qual sentia-se bem, protegido e em segurança, o bebê obviamente continua a receber de sua mãe os estímulos físicos e psicológicos, além dos cuidados que o fazem, nesse período sentir-se bem e feliz: é amamentado, cuidado, abraçado, beijado, acariciado, embalado, lavado, carregado, etc. Quando o bebê vai crescendo, desenvolvendo a sua independência como ser humano, ele recebe ainda grande influência de sua mãe, além de outros adultos que com ele convivem.
O poder de uma mãe na vida de cada ser humano é tão forte que poderá formar uma personalidade sadia ou desequilibrada na criança, dependendo de como a mãe a trata e estimula. Se cada mãe fizer bem o seu trabalho, na sua importante missão como educadora e incentivadora de uma vida saudável na criança, certamente os resultados serão muito positivos. Uma mãe incentivadora dará estímulos positivos ao filho como, por exemplo: “Amo você, como fico feliz de você ter nascido meu filho/a”, “Parabéns, está muito bom isso que fez”, “Você é inteligente e uma boa criança”, “Sei que você é capaz de fazer, tente de novo”.
Feliz da criança que tiver uma mãe que lhe dá estímulos positivos como esses, estímulos de amor, de aceitação e de confiança, que sabe valorizar os seus acertos e que sabe agir quando a criança erra, orientando-a para aprender a fazer o certo. Esse é o agir de uma mãe com atitudes de firmeza mas com um coração enorme, formando um filho saudável, uma pessoa com qualidades humanas. Uma mãe que faz a criança aprender as regras de um conviver sadio, aprendendo a ser disciplinada nas coisas da vida, e a aprender os limites que existem, evitando que a criança desenvolva a atitude de que “pode tudo” sendo uma “pequena tirana”, dominando os pais com suas birras e vontades, e em casos extremos, ache normal realizar atos de vandalismo, a ser agressiva e violenta.
É preciso que haja, cada vez mais, mães educadoras e estimuladoras, mães atentas e interessadas no desenvolvimento dos seus filhos. Agindo assim, essas mães estarão influenciando positivamente na formação da personalidade da criança, formando nelas  uma auto-imagem positiva. Essa formação saudável influenciará toda a vida daquela criança levando-a, quando adulta, a ser equilibrada e feliz, contribuindo para que a sociedade humana seja melhor, com pessoas de qualidade.
Ao contrário disso, se uma mãe der à criança mensagens negativas, depreciativas ou agressivas, certamente estará formando uma personalidade problemática. Mensagens negativas como, por exemplo: “Você não deveria ter nascido, detesto você!”, “Espera só seu pai chegar para ver a surra que vai levar!”, “Não adianta tentar, você não é capaz de fazer”, “Desça já daí! Você não tem capacidade para subir aí!”, “Como você é burra!”, “Como você é lerda para aprender!”, “Burrice igual à sua eu nunca vi!”, “Você é surda, sua idiota?!” Estímulos negativos como esses certamente irão contribuir para formar uma criança insegura, medrosa ou agressiva, com problemas de relacionamento e até uma criança violenta, que terá problemas de aceitação de si mesma e dos outros. Quando a mãe é educadora negativa está, na realidade realizando um grande desperdício de oportunidades para formar um filho saudável e equilibrado. Na adolescência ou na vida adulta desse filho, é que a mãe (e a sociedade) colherá “a tempestade” dos desequilíbrios que ela própria, como mãe, plantou na educação do filho.
A sociedade atual necessita urgente de mães que realizem ações para que seus filhos evoluam com personalidades saudáveis e equilibradas, contribuindo assim, para que a sociedade seja formada por crianças, jovens e adultos melhores. Ainda é tempo, ainda é possível realizar mudanças para uma sociedade melhor. Você que é mãe, faça bem a sua parte!
* Outras idéias sobre o assunto deste artigo são desenvolvidas no livro “Criança Feliz, Adulto Feliz”, de jornalista Antonio de Andrade, livro encontrado no site www.editora-opcao.com.br
* Leia também, no site, os artigos: “A auto-estima e a violência”, “Um novo enfoque da violência”, “Criança Feliz, Adulto Feliz”, “Filhos, troquem de lugar com seus pais”, “Pais, troquem de lugar com seus filhos”, “Pais, o futuro da sociedade, nas mãos, hoje!”, “Pais, o que fazer para ter filhos felizes”, “Crianças, que futuro?” e “Sejam más, mães!”. E veja, no site, em especial, os livros para formação saudável de crianças, “Disciplina e a Educação para a Cidadania” e “Criança Feliz, Adulto Feliz”, livros para pais e educadores.
Autor do texto: Antonio de Andrade
 
Comentário pessoal:
Como é dificil para algumas famílias se manterem estruturadas por um dos conjuges ter problemas de bases educacionais ,psicologicas e cristãs. O poder da má influencia educacional da mãe é visivel,deixam sequelas sérias na formação moral e social...queridos essa maldição se perpetua de geração a geração,busquem tratamentos para restabelecer o emocional e não deixem que as proximas gerações sejam FRUTOS DE MÃES/PAIS FRUSTADOS cheios de traumas que precisam ser sanados...busquem profissional que possam ajudá-los e principalmente BUSQUEM A DEUS para uma cura espiritual!!! DEUS ABENÇOE ...

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